Ideias que
conectam pessoas
5 questões empreendedoras para refletir em “Universidade Monstros”

5 questões empreendedoras para refletir em “Universidade Monstros”

É quase impossível encontrar alguém que não tenha acompanhado a história de James Sullivan e a pequena Boo, no clássico de animação Monstros S.A. Como toda boa história, ela ganhou continuidade ao mostrar o início da amizade de Sulley e Mike Wazowski.

Em “Universidade Monstros”, vivenciamos a saga de Mike Wazowski em tornar-se, de fato, um assustador. No entanto, no caminho, ele encontra muito mais que pedras: depara-se com diversos obstáculos que testam sua vontade e sua capacidade para ser reconhecido como tal.

Apesar de ser da categoria de animação e, por lógica, indicado para crianças, o filme traz em sua trama e enredo importantes questões empreendedoras para quem está galgando um lugar ao sol no mercado.

Abaixo, destacamos 5 dessas questões para te inspirar a seguir em frente. Confira!

Talento x dedicação

Sullivan, por descendência genealógica, é um assustador nato, tinha talento para a função. Mike, por sua vez, era dedicado e disciplinado, estudava incessantemente, mas não tinha “dom”.

Essa situação levanta um ponto de discussão bastante importante: basta ter talento? Ou, por outro lado, trabalho duro faz mais diferença para uma carreira de sucesso?

Uma boa equipe

Não é preciso ser hipócrita: a priori, quem olhou a equipe de Mike Wazowski não apostava nenhuma ficha! Os membros, no entanto, fizeram de suas limitações e medos molas propulsoras para o objetivo.

Ou seja: dê uma boa ideia a uma equipe medíocre e eles irão estragar tudo. Mas dê uma ideia medíocre a uma grande equipe, e eles irão consertá-la ou surgir com algo melhor!

Ação e reação

Tudo que você fizer, qualquer ação que tomar, qualquer iniciativa que tiver, trará, sem dúvidas, uma reação proporcional. A pergunta é: você está pronto para lidar com elas?
Forças adversas

Mike Wazowski fez dos limões uma boa limonada. As forças contrárias que se colocaram no caminho para o sucesso tiveram papel fundamental em seu crescimento pessoal e profissional.

A chegada pode não ser o fim

Ao fim do filme, não encontramos o tão desejado final feliz. No entanto, as coisas não pararam por ali.

O seu atual ponto de chegada pode não ser a concretização do objetivo inicial. Assim, a decisão é sua: você vai se “contentar” com o que tem ou vai fazer dessa etapa um degrau para o verdadeiro sucesso?

Quer aprender mais com literatura e cinema? Confira também: 5 lições sobre o livro O Monge e o Executivo.

Michele Garbin

Redatora publicitária, mãe coruja e leitora assiduamente assídua. Graduada em Letras, Especialista em Metodologia no Ensino de Língua Portuguesa e Estrangeira e amante e aprendiz de publicitário.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *