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5 lições empreendedoras que você deve aprender com o livro Criatividade S.A.

5 lições empreendedoras que você deve aprender com o livro Criatividade S.A.

Muita gente já se emocionou, riu, refletiu, se alegrou, assistindo as grandes produções da Pixar como Toy Story, Procurando Nemo, Monstros S.A, entre outros. Frases célebres ficaram para a história e personagens tornaram nossos amigos próximos por suas características.

O que muitos de nós não sabemos é a história que está por trás da história que vemos nas telas do cinema. As quedas, os fracassos, os sucessos que cada produção carrega consigo.

E, acima disso, a caminhada que seu CEO, Ed Catmull, juntamente com o grandioso Steve Jobs e outros gênios da computação gráfica – mas, mais ainda, da arte de empreender – trilhou.

No livro Criatividade S.A. Superando as forças invisíveis que focam no caminho da verdadeira inspiração, Ed Catmull retrata sua trajetória pessoal e profissional, sua travessia por desafios e obstáculos.

Como se não bastasse todo esse relato, o livro também é enriquecido com dicas e filosofias que colocam em xeque muitas práticas consideradas corretas no meio empresarial. Após uma leitura – com direito à releitura -, extraímos alguns ensinamentos bastante importantes e que, com certeza, fazem a diferença.

Dê uma boa ideia a uma equipe medíocre e eles irão estragar tudo. Mas dê uma ideia medíocre a uma grande equipe, e eles irão consertá-la ou surgir com algo melhor

Já falamos aqui sobre a importância de uma equipe que seja “ponta firme”. Porque é exatamente essa equipe que será responsável por grandes projetos, por criar conceitos, por detectar problemas, mas também por verificar soluções à altura.

O trabalho de um gestor não é prevenir riscos, e sim criar as condições seguras para que outros possam arriscar

Peça desculpa, mas não peça permissão: o velho lema do Vale do Silício é uma máxima que faz muito sentido para Ed Catmull. Quando se cria um ambiente que possibilita correr riscos saudáveis em nome da inovação, você incentiva o desenvolvimento de perfis mais independentes.

Os custos de prevenção de erros costumam ser muito maiores do que os custos para consertá-los

Ainda falando sobre o erro, permitir errar sai muito mais barato para a empresa do que evitar que ele aconteça. Isso porque cria-se, além dos gastos “físicos”, o medo e o receio de não arriscar e aí o profissional estaciona na zona de conforto. E, direta ou indiretamente, a empresa também sofre com isso.

Excelência, qualidade e bom devem ser palavras merecidas, atribuídas a nós por outras pessoas, e não proclamadas por nós a nosso próprio respeito

As pessoas credibilizam elogios dados por terceiros. Quem se autoelogia não está fazendo, nada mais, nada menos, do que tentando se convencer de que realmente é aquilo, e não o sendo de fato. E ponto final.

Não torne acidentalmente a estabilidade uma meta. Equilíbrio é mais importante que estabilidade

Para manter-se em equilíbrio é preciso trabalho, dedicação e esforço e, para tudo isso, é imprescindível estar em movimento. Estabilidade é estar parado.

Quem busca o equilíbrio, de alguma forma, está se movendo, está “andando”.

As 5 perspectivas que abordamos aqui são somente a ponta do iceberg no livro. Em suas mais de 300 páginas, o autor traz lições preciosíssimas de liderança, empreendedorismo e humildade. Fica a dica da leitura para depois, você voltar aqui e contar pra gente o que achou. Boa leitura

Michele Garbin

Redatora publicitária, mãe coruja e leitora assiduamente assídua. Graduada em Letras, Especialista em Metodologia no Ensino de Língua Portuguesa e Estrangeira e amante e aprendiz de publicitário.

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